Fúria, o gerenciamento arcaico do gerente Lisboa
Eu quero desse jeito, não importa como, só quero que seja feito! Essas primordiais palavras do gerente Lisboa, nunca saíram da sua boca, apesar dos anos, seu processo de iniciar diálogos era sempre o mesmo, essa situação chegou a causar ódio entre alguns funcionários, sempre numa reunião. O gerente Lisboa mostrava sua fúria, para ele todos não passavam de capachos, o que ninguém conseguia entender era de como ele era poupado na empresa, pelos corredores ouvia-se que seu sogro era um dos donos da empresa, por isso tinha a famosa “costa quente”, com o advento da informática, ele mantinha ainda os preceitos da administração à base da máquina de datilografar. Como sempre muitos deixaram a empresa após longas discussões, hoje com pouquíssimos funcionários e amargando uma situação caótica, o gerente Lisboa pereceu no “inferno”, não tendo como gritar, não esboça nenhuma expressão de felicidade, nos tempos da ditadura empresarial, ele foi um rei! Agora é só mais um, na soma dos milhões de desempregados, segue agora em frente, não como ditador, mas nos passos lentos da reciclagem.


O Efeito Estufa agradece o selo de ouro obtido no blog Os Escolhidos, agradeço a todos que visitam o blog, fazendo dele um sucesso!
Escrito por Lord Blake às 09h17
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