O tempo não pára

O impiedoso e cruel tempo vêm cavalgando como a verdadeira dona morte, sem descanso, sem tempo para sorrir, ele passa sem ao menos ser notado, ele passa sem temer o nada, sem temer a vida, sem temer a morte, e nós que embasamos nossos sonhos e nossas perspectivas no seu embalo, somos traídos quando nosso tempo se encerra, quando paramos e deixamos simplesmente o tempo seguir adiante...

Nossos caminhos não se cruzam, não nos vemos nunca, seu companheiro relógio entoa sua sinfonia interminável, tic...tac...tic...tac... tic...tac... tic...tac... tic...tac...

Seria esse o som macabro e melancólico do tempo?



 Escrito por Lord Blake às 09h44
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O admirável mundo novo

Quando as diferenças forem eximidas, viveremos num mundo possível de paz!

Ontem avistei um mundo onde os homens pregavam o respeito, nesse mundo a igualdade era exultada, não existia diferenças. Nesse novo mundo tudo era admirável, não havia lembranças do mundo antigo, apenas um livro recordava os atos insanos do outro mundo, esse mundo novo existe dentro de cada um de nós, mas por estupidez vivemos todos nesse mundo velho!

Verbalização

Sou um ser verbal, conjugado e adulterado.
Sou singular, pluralizado.
Não discordo, concordo!
Sou verbo, advérbio!
Sou nominal!



 Escrito por Lord Blake às 07h44
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O fantástico mundo da ilusão

Nem tudo o que parece, é realmente o que parece ser, neste mundo fantasioso, nossos olhos muitas vezes são enganados por figuras que possuem uma aparência momentânea, mas ao analisarmos com detalhes, notamos como somos enganados pelos nossos próprios olhos, essa ilusão certamente contrasta com o que ocorre nas notícias que recebemos e com conceitos que alguns usam por intermédio de imagens. Certamente você já viu muitas coisas, já pensou em inúmeras coisas, já sonhou com o imaginário, provavelmente você não está sozinho, apenas não descobriu ainda, que eu, exatamente eu, sou fruto da sua imaginação, sou a voz que ecoa no seu subconsciente, sou o que você pensa que é, sou o nada, sou o tudo, sou simplesmente você!


 Escrito por Lord Blake às 07h36
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Quando o homem faz papel de palhaço?

A vida é um imenso palco, onde contracenamos com as circunstancia, após uma longa reflexão dos atos mecânicos de algumas pessoas, José, procurava uma resposta para entender o comportamento humano (deveria ser humanóide), mas como entender uma ação, sem saber da reação? Em sua busca enveredou-se pelas veredas filosóficas e psicanalíticas, um fato que o deixava completamente intrigado, é a condição patética que alguns se sujeitam, vejamos alguns exemplos:

1 - Um homem quando se depara com uma linda mulher, qual é a intenção sexual que ele tem sobre ela?

2 - Quando você está ao lado de uma bela mulher, você a compara com a sua?

3 - Mulher é mulher e não importa o resto?

Certamente muitos responderiam com sarcasmo a essas perguntas, José buscou por respostas que resumisse essa sensação de palhaço que alguns idiotas vivem, na primeira questão:

R – o homem não tem nenhuma intenção sexual sobre a mulher, porém, levando em consideração que o desejo é maior que tudo, sua intenção é de 100% - salvo homossexuais que só pensam na amizade.

Na questão dois, José também pensou na sua mulher, e chegou ao resultado:

R – existe sempre uma comparação, tanto corporal, quanto sexual, o pensamento de alguns homens consegue transcender a qualquer roupa feminina (isso sem ter visão raios-X )

Na terceira questão José observou o instinto devorador e numérico:


R – nessa pergunta não se observou à qualidade, muitos gostam de mulher, independente da condição, mulher é sempre bem vinda!

É José, infelizmente nessa sua pesquisa você notou que palhaço, não é quem não gosta de mulher, palhaço é aquele que além de fazê-la rir, se contenta em vê-la comigo se divertir!


 Escrito por Lord Blake às 08h17
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A infalível arte de escrever

Conceber um texto é semelhante às dores de parto, não há nada mais complexo que o funcionamento do cérebro na concepção da estrutura textual, chegar ao êxtase da conclusão é um momento de alta combustão cerebral. Escrever é transpor a realidade, é ultrapassar o imaginário, é criar o que jamais foi criado, é dar vida ao que estava morto, sim, naturalmente quando se escreve, o papel permanece ali, ao nosso lado, simplesmente imóvel, momentaneamente morto. Esse processo criativo exige um empenho fenomenal, uma mecânica que a ciência certamente ainda não se propôs desvendar. Mesmo com toda essa complexidade, escrever é provavelmente uma das grandes artes, que a história certamente se encarregara de eterniza-la para sempre!


 Escrito por Lord Blake às 08h15
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