Morte não abala o concretismo

Morto
Vivo
Na morte!

Na morte
Vivo
Morto!

Na morte
Morto
Vivo!

Vivemos hoje numa sociedade repleta de singularidades, deixamos a pluralidade de lado, nos meandros causados pela sociedade moderna, recebemos uma lufada de comportamentos destrutivos e inconseqüentes! Certamente o poeta renascerá a cada instante em que sua obra seja relembrada, quem sabe nossa sociedade um dia, seja repleta de poesias, provavelmente nosso mundo não será muito melhor, afinal, não seríamos deuses, seríamos apenas poetas!



 Escrito por Lord Blake às 08h09
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Existência matemática do chefe

Nunca uma equação matemática foi tão difícil de se resolver, como à existência matemática do excelentíssimo senhor chefe (o calculo é o seguinte C+F= -F) apesar do problema proposto ser compreendido e, em algumas empresas solúvel, podemos chegar a muitos problemas insolúveis. Muitos se perguntam, quem tem chefe não é índio? Seria então os chefes de hoje descendentes das primitivas tribos indígenas? Segundo historiadores um dos grandes chefes indígenas, Toro Sentado, ficou famoso pela sua paciência e genialidade diante dos homens brancos, lutou incessantemente pela causa do seu povo, com essas informações ficamos cientes de que nenhum chefe de hoje mantém empatia pelos nossos problemas, por tanto, nenhum chefe tem relação com os índios. Outro fato importantíssimo, é que um chefe pra ser chefe mesmo tem que ser muito odiado (o ódio é um sentimento que vai acompanhar o chefe pelo resto da sua vida) temido e respeitado, nos encontros anuais dos chefes não se entende absolutamente nada (explicação, os chefes adoram gritar, quando estão juntos se comunicam através de gritos) na relação custo beneficio, compreende-se que um chefe apesar de ter um custo altíssimo, seu beneficio é de suma importância, logo, nós funcionários somos descartáveis e sem valor algum, exceto para ouvir e aturar os gritos dos chefes. É na matemática que o problema se resolve (vamos ao final do enunciado), somamos um chefe com funcionários, numa operação simples, concluímos que esse problema resulta em menos funcionários. Deve ser por isso que nos encontros anuais dos chefes engravatados, os subalternos sentem-se aliviados, afinal, ter pelo menos um dia livre do chefe é uma sensação maravilhosa, mas nem se compara com a situação de vê-lo completamente nu participando de uma passeata gay!


 



 Escrito por Lord Blake às 07h37
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Teoria da evolução estagiária

Numa era remota, antes do descobrimento, surgia essa nova espécie “O estagiário”, pouco se estudou sobre esse ser, mas conheceremos hoje grandes estudos realizados para encontrar à origem estagiária da vida. A origem dos estagiários ainda é desconhecida, segundo o historiador grego Heródoto (484ac - 430ac) eles teriam vindo do Oceano Índico, juntamente com os fenícios. Já os estudiosos modernos discordam e acreditam que 5000 anos antes eles teriam migrado da região entre o Mar Morto e o Mar Vermelho.

Charles Darvin, quando escreveu o livro “A Descendência do Homem” em 1871, incluiu em seus estudos, que o estagiário descende de bactérias submissas aos vermes profissionais, e que provavelmente o estagiário é oriundo das tribos egípcias – já no império de Ramesés II (1289 –1224 a.C.) a mão de obra estagiária foi de grande importância nas construções de templos, em alguns templos foi possível encontrar pinturas e esculturas retratando a participação dos estagiários na sociedade egípcia. Outro grande estudioso da classe foi Henri Fayol, pai da Teoria clássica da administração, dedicou em sua teoria um tópico abordando às atividades funcionais e dispensáveis, depois de séculos de existência, o estagiário continua sua evolução pessoal, acreditando efetivamente, é claro, numa possibilidade de alcançar à eternidade, coroado com uma efetivação (apesar desses termos técnicos, os grandes estudiosos, não avaliaram à real importância dos estagiários, é sabido, que Moisés, o que atravessou o Mar Vermelho, tinha ao seu lado um estagiário, para segurar seu cajado. Golias, o que foi morto pelo rei Davi, também usava o trabalho de um estagiário, para carregar seu escudo e sua lança) esse ser dominante das máquinas de xerox, ainda consegue se adaptar aos problemas organizacionais, outro dia alguém disse que o estagiário não tem alma (Você sabia que um estagiário não tem férias, 13º terceiro e abono salarial? Sabia que o estagiário não tem FGTS? Você sabia que o estagiário quando vai aos correios, não leva cola? Os selos são colados com lambidas!) depois de tudo isso dizer que o pobre não tem alma, é o final do mundo! Eu disse fim do mundo, desculpe chefe! (tudo bem, afinal, pedir para um estagiário escrever esse texto, é realmente o fim do mundo).



 Escrito por Lord Blake às 08h02
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Há caminho do sucesso, caí num buraco chamado fracasso!

O mundo ainda anda muito complicado, isso sem falar do desemprego, dos medos urbanos e da concorrência desleal que vivemos dentro de uma empresa, outro dia fui comer um dog e pasmem, o vendedor era um gerente que tive numa outra empresa, conversamos e fiquei imaginando, como ele chegou ali, nos tempos de gerente usava ternos finos e perfumes importados, isso sem falar no seu belo carro, é como dizem, um dia em cima outro embaixo(era um gerente orgulhoso e muito empolado, mas tudo havia mudado, nem parecia mais ser tão arrogante)vou relembrar os passos de Dagmar. Depois de mais um longo dia de trabalho, almejava ganhar uma promoção (promoção essa, que nunca chegava) argumentava sempre com meu gerente sobre essa provável promoção, mas o tempo se passava e nada da maldita (depois de um certo tempo, o que era bendito, torna-se maldito) promoção chegar, pensava no que possivelmente estava fazendo errado, perguntava a todos os outros gerentes, mas ninguém tinha uma resposta negativa ao meu respeito. Mas sabendo que a paciência e uma grande virtude, continuei meu trabalho à espera da minha coroação, com o tempo nossa empresa foi comprada por um grande grupo, outros diretores assumiram os cargos de maior importância, nesse momento Dagmar sentia-se pequeno (sabia que sua incompetência poderia ser descoberta a qualquer momento) procurava algum jeito de agradar, entregou um belo organograma para os diretores, pensava ele, vou por em xeque os demais funcionários, e foi justamente buscando essa intenção, que Dagmar foi mandado embora, alguns meses depois assumi sua vaga, e hoje, sem tempo para almoçar, fui comer um dog e inacreditavelmente lá estava Dagmar vendendo dog. Cheguei à seguinte ilação, que tudo ocorre no seu tempo, e esconder o brilho de uma estrela é possível, mas impedi-la de brilhar é impossível!



Há caminho do sucesso, caí num buraco chamado fracasso... e segurei-me numa corda chamada esperança!


 Escrito por Lord Blake às 08h07
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Todo gerente se não é louco, é doente!

Gerente: que gere algo (empresa, propriedade).

É considerado um dos seres mais odiados no mundo (acredito nesse dado, até que provem que os extraterrestres também além de existirem, possuam gerentes – já imaginou um gerente verdinho, completamente irritado em marte?), mas atrás de um gerente esconde-se um ser solitário, capaz de viver os dois extremos (manda na empresa, em casa é mandado!).Após uma visita na videoteca de um gerente – constou-se os seguintes títulos inspiradores;Adolf Hitler (o preferido de todos),Benito Mussolini (para despertar a prepotência romana), Josef Stálin (um camarada).

Outra grande influência nas atitudes “gerentísticas” é Nietz (o que afirmou que Deus está morto!) esmiuçando o âmago dos gerentes chegamos aos grandes imperadores romanos, o primeiro é: Nero (Lvcivs Domitvs Ahenobarbvs Nero) e Calígula (Caivs Lvlivs Caesar Germanicvs) a explicação para o desejo de serem os dois devem-se aos seguintes fatos, todo gerente necessita queimar alguém, humilhar, gritar, ser desejado por homens e mulheres, entrar na sala e calar automaticamente a boca de todos – esse é o complexo de Nero. O mais temido e odiado, o imprevisível, inconstante e senhor das vontades, com desejo ardente de fazer sexo com recepcionistas, secretárias, analistas e auxiliares, o impetuoso, que não pensaria duas vezes em cometer incesto, esse é o complexo de Calígula. Com todas essas descrições, você certamente deve temê-lo (afinal um gerente contrariado pode causar um problema catastrófico. Calma lá! Não vá pensando que estou estimulando você, isso mesmo, você, a fazer sexo com seu gerente – você de fato tem uma mente bem pervertida – não faça sexo apenas transe!) afinal, o gerente é o grande tubarão branco da empresa (acho que quando o gerente estivesse chegando deveria tocar aquela música do filme tubarão), nós como sardinhas devemos nos esconder entre os corais, certamente sua fúria e desejo carnívoro não será capaz de nos encontrar. É claro que esse conceito não é todo abjeto (já consigo ouvir o alarido dos leitores – “meu gerente é assim”) existe também o lado humano, pai e mãe, o que mais gosto são os jargões que alguns utilizam, os pré-fabricados jargões americanos, nossa se eles soubessem que já estão ultrapassados não falariam nunca mais esses termos (vamos dar valor ao português). Todos gerentes mereciam um cenotáfio, logo que partirem, mas o que mais me impressiona é que todos inclusive nós desejamos um dia sofrer do complexo de Nero ou Calígula.

Afinal, ter sempre certeza, sem nunca ser questionado, é um dos desejos mais atraentes do mundo!



 Escrito por Lord Blake às 09h46
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